Eu vivi uma noite na taberna, espremida e nervosa por entre suas covas transmitidas ao vivo. Fui servida de um bom vinho, encorpado e de cadência leve, tipo samba na vitrola, tipo metal em clubes de jazz. Escrevi o nome nos meus dedos nervosos como numa lápide de vida e te rendi homenagens: aqui, alive, meu sussurro, e morro um pouquinho, rápido e lento (isso depende de como quero que meus ossos se movimentem).
Me embriaguei e conduzi.
Dormi com um cheiro e acordei com outro, eu quero é ver sua cara respirando por inteiro.
A diligência na neve
Há 2 meses
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